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Sailing Beyond Limits

Experiências de barco em Samaná

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Perguntas frequentes sobre Samaná

Qual é a melhor altura para ir a Samaná e que tempo faz?

Segundo os dados da NOAA de 1961 a 1990 que a Wikipédia reproduz, a cidade de Samaná tem uma temperatura média anual de 26,2 °C e cerca de 2212 mm de chuva por ano, repartidos por cerca de 180 dias. Fevereiro é o mês mais seco (cerca de 110 mm) e novembro o mais chuvoso (cerca de 257 mm); os extremos registados vão de 14,5 °C a 39,2 °C. A província tem clima tropical húmido de floresta, e em Los Haitises, o parque nacional do outro lado da baía, a chuva ronda os 1900-2000 mm por ano.

  • Furacões: a época oficial do Atlântico vai de 1 de junho a 30 de novembro (Centro Nacional de Furacões dos EUA). O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico indica que o mar pode ser perigoso nessa época e aconselha a seguir os avisos de estado do mar.
  • Baleias: as corcundas estão na baía no inverno; veja a pergunta sobre a época.

São médias históricas de uma estação em terra, não uma previsão. As fichas dos nossos passeios não explicam o que acontece com o mau tempo e não vamos inventar uma política: leia as condições de cada ficha e pergunte antes de reservar.

Quando é a época das baleias e quem a regula?

O Ministério do Ambiente e Recursos Naturais abre a época todos os anos, a partir de 15 de janeiro. O Diario Libre noticiou em janeiro de 2026 que o ministério a tinha aberto oficialmente para a baía de Samaná e para o Santuário de Mamíferos Marinhos dos Bancos de La Plata e de La Navidad. As datas de encerramento que encontrámos variam consoante o ano e a fonte (15 de março numa nota de 2015, 31 de março em 2022 para a baía), pelo que não indicamos uma data oficial de encerramento. Os nossos passeios de baleias indicam a época de 15 de janeiro a 31 de março.

  • Licenças: segundo esse artigo, um comité de gestão do santuário trata das licenças, das inspeções das embarcações e da formação dos comandantes, e o ministério concederá 46 licenças ambientais em 2026 (43 autorizações temáticas e 3 operações a partir de Puerto Plata). Os operadores têm de estar autorizados.
  • Regras de observação: não encontrámos uma distância mínima oficial nas fontes que pudemos ler, por isso não a indicamos. Siga sempre as indicações da tripulação.
  • Taxa: as fichas dizem que a taxa do santuário não está incluída e se paga à parte; não indicamos o valor porque pode mudar.

Tem o passeio de baleias de dia inteiro com almoço em Cayo Levantado, o passeio de baleias de meio dia e o passeio de baleias para passageiros de cruzeiro. Os avistamentos nunca estão garantidos.

De onde vêm as baleias-corcunda e o que fazem na baía?

Segundo a Wikipédia, as corcundas do Atlântico norte que passam o inverno nas Antilhas alimentam-se no verão ao largo da Nova Inglaterra, do leste do Canadá e do oeste da Gronelândia, e podem percorrer até cerca de 8000 km num sentido. No inverno, a época de reprodução, as fêmeas aproximam-se de águas costeiras menos profundas para parir, normalmente uma só cria que mede cerca de 4,3 m ao nascer, e os machos emitem cantos complexos que podem durar entre 4 e 33 minutos.

A Wikipédia descreve também os comportamentos de superfície da espécie: saltos, pancadas com a cauda e com as barbatanas. As fichas dos nossos passeios falam de saltos e pancadas de cauda, e a dos passageiros de cruzeiro acrescenta entre os possíveis avistamentos as exibições de corte, os cantos e as mães com crias, com narração em inglês, espanhol, francês e italiano. «Possível» quer dizer possível: nenhuma ficha garante o que vai ver.

Um bom ponto de partida é o passeio de baleias de meio dia.

Como chego a Samaná e como me desloco?

O aeroporto internacional da península é o de Samaná El Catey (AZS), que abriu a 6 de novembro de 2006 perto de Sánchez. Segundo a Wikipédia fica a cerca de 30 minutos de carro de Las Terrenas, a cerca de 40 da cidade de Samaná e a aproximadamente uma hora de Las Galeras. O aeroporto de Arroyo Barril, a cerca de 10 milhas por estrada da cidade, é de voos domésticos. Não indicamos rotas aéreas porque mudam.

  • De carro: uma autoestrada para Santo Domingo foi inaugurada em 2008, e Las Terrenas fica a cerca de 225 km da capital. O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico indica que a taxa de mortalidade rodoviária é alta e que conduzir fora das grandes cidades de noite pode ser perigoso.
  • Táxis: use um serviço autorizado do aeroporto ou do hotel, ou um prestador registado; as aplicações de transporte estão muito difundidas, segundo o mesmo ministério.

Não indicamos tarifas nem tempos de viagem por estrada que não tenhamos conseguido confirmar em fontes oficiais. Os nossos passeios saem da Moto Marina, na cidade de Samaná: o seu alojamento ou o seu transfer dir-lhe-á quanto demora a chegar.

O que é o Parque Nacional Los Haitises?

Segundo a Wikipédia, é um parque nacional de 826 km², ampliado a partir de 208 km² por um decreto de 1996. Foi criado a 3 de junho de 1976, e a maior parte fica na província de Hato Mayor, com o resto em Monte Plata e Samaná. É um carso formado no Mioceno, com colinas cónicas, dolinas, muitas grutas e a maior abundância de mangal das Caraíbas, dominado pelo mangue-vermelho e pelo mangue-branco. É uma zona muito chuvosa, com cerca de 1900-2000 mm por ano.

  • Arte rupestre: algumas grutas conservam pictografias e petróglifos; a Wikipédia assinala que os seus autores não estão identificados e que alguns podem ser anteriores aos taínos.
  • Aves: o parque alberga o pelicano-pardo, a fragata-magnífica e a maior população mundial do gavião-de-La Española; o Cayo de los Pájaros é conhecido pelas fragatas e pelicanos que o sobrevoam.
  • Acesso: a maioria dos visitantes chega por mar a partir de Sabana de la Mar, Sánchez ou Samaná.

Connosco pode ir no passeio de dia inteiro a Los Haitises e Cayo Levantado, na excursão para passageiros de cruzeiro (que nomeia a Cueva de la Línea e a Cueva del Ferrocarril) ou no iate privado (que nomeia as grutas de San Gabriel e La Arena). A entrada no parque não está incluída e paga-se à parte; não indicamos o valor.

O que são Cayo Levantado e Cayo La Farola?

Cayo Levantado é uma pequena ilha da baía de Samaná que, segundo a Wikipédia, mede cerca de 0,5 km de norte a sul por 0,9 km de este a oeste e chega aos 26 m no ponto mais alto. Chamam-lhe informalmente «Ilha Bacardi» porque aparecia em anúncios do rum Bacardi. Cayo La Farola é outro ilhéu da baía; a ficha do nosso passeio de snorkeling descreve-o como um recife com coral e peixes e visibilidade de até 20 m, que não podemos garantir.

O que cada ficha inclui (almoço, bebidas, equipamento) muda de passeio para passeio: leia-o antes de reservar.

Chego de cruzeiro: como funcionam as excursões?

Três das nossas excursões foram pensadas para passageiros de cruzeiro: o passeio de baleias de meio dia, a excursão de praia em Cayo Levantado (só às segundas, quartas e sextas-feiras) e a excursão a Los Haitises e Cayo Levantado. As fichas dizem que a tripulação o espera perto do cais de cruzeiros (Samaná Bayport, Samaná Town Marina ou Embat Dock), a 4 a 8 minutos a pé da zona de embarque, e que tem de indicar o nome do seu navio ao reservar.

  • Garantia de regresso: as fichas mencionam uma garantia de regresso ao navio; leia-a em cada ficha, porque as condições são as dela.
  • Horários: o de baleias consta das 09:30 às 13:30; consulte em cada ficha a hora de saída e compare-a com a hora limite de embarque que a sua companhia lhe der.
  • Taxas: a taxa do santuário ou a do parque nacional, consoante a excursão, não está incluída.
O que preciso para entrar na República Dominicana?

Os requisitos dependem da sua nacionalidade e mudam, por isso consulte-os no ministério dos Negócios Estrangeiros ou no consulado do seu país antes de viajar. Como exemplo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico indica para os titulares de passaporte britânico:

  • Formulário: é preciso preencher um formulário de entrada e saída online (o e-ticket) antes de chegar e antes de sair, com um máximo de 7 dias de antecedência, e recebe-se um código QR.
  • Visto: para turismo não é preciso visto durante 30 dias, prorrogável pagando até 120 dias.
  • Passaporte: tem de continuar válido durante a visita.
  • Febre-amarela: consoante o seu caso pode ser preciso um certificado; consulte as vacinas pelo menos 8 semanas antes.
  • Alfândega: é preciso declarar o que possa estar proibido ou sujeito a impostos.

É a situação de uma nacionalidade concreta; as condições para outras podem ser diferentes.

Que moeda se usa, que língua se fala e que fichas elétricas há?

Moeda: o peso dominicano (DOP, por vezes RD$). Segundo a Wikipédia, além do peso só o dólar norte-americano tem curso legal, e dólares e euros podem usar-se em negócios privados se ambas as partes concordarem, sobretudo no turismo. As notas em circulação vão de 50 a 2000 pesos. Não indicamos taxas de câmbio nem costumes de gorjetas porque não os conseguimos confirmar.

Língua: o espanhol é a língua oficial. Em Las Terrenas, a Wikipédia descreve o francês como a segunda língua da cidade. As fichas dos nossos passeios falam de tripulação multilingue e, nas de baleias, de narração em inglês, espanhol, francês e italiano.

Hora e fichas: o fuso horário é UTC−4. As tomadas são dos tipos A, B e C, com uma tensão de cerca de 120 V e 60 Hz, segundo a Wikipédia; verifique se o seu aparelho aceita essa tensão.

O que dizem as fontes oficiais sobre saúde e segurança?

Não somos uma fonte médica nem de segurança. O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico, na sua página de viagem (confirme a versão em vigor, porque muda), assinala:

  • Criminalidade: a taxa é alta; evite zonas isoladas depois de escurecer e mantenha os cartões à vista ou pague em dinheiro.
  • Praias e atividades: pode não haver nadadores-salvadores nem equipamento de salvamento, e os prestadores de turismo de aventura podem não cumprir as normas britânicas; verifique as normas do operador e o seu seguro antes de fazer um passeio de barco.
  • Saúde: a água da torneira não é potável; indica riscos de malária, vírus Oropouche e dengue, que os serviços médicos públicos são limitados e que os hospitais privados são bons mas caros. Recomenda um seguro de viagem que cubra o tratamento e a repatriação, e consultar as vacinas pelo menos 8 semanas antes.
  • Emergências: o número de emergência é o 911, segundo o guia de viagem do ministério dos Negócios Estrangeiros do México.

As fichas dos nossos passeios indicam coletes salva-vidas e seguro marítimo; nada disso substitui o seu seguro de viagem.

São adequados a crianças, bebés e pessoas com mobilidade reduzida?

As fichas não indicam idade mínima, mas avisam do seguinte nos passeios de Samaná: não são acessíveis a cadeiras de rodas nem a carrinhos de bebé, não há cadeiras de bebé e não são recomendados a viajantes grávidas. Todas incluem coletes salva-vidas (na de Los Haitises, de todos os tamanhos) e seguro marítimo.

Pergunte antes de reservar se a sua situação precisa de algo concreto: o operador dir-lhe-á se pode adaptar-se.

O que ver em terra além dos passeios?

Algumas ideias, com as fontes que pudemos consultar:

  • Cascata El Limón: segundo o Caribbean Birding Trail, são três quedas de até 47 m, a cerca de 24 km por estrada de Samaná; a partir da aldeia há uma caminhada de cerca de 5,6 km, e os trilhos podem estar enlameados, sobretudo onde passam cavalos.
  • Las Terrenas: segundo a Wikipédia, uma cidade costeira fundada em 1946, a cerca de 225 km de Santo Domingo, com praias de areia branca e uma influente comunidade francesa.
  • Las Galeras: no extremo oriental da península, na baía de Rincón; há praias como Frontón e Rincón.
  • As pontes de Samaná: segundo a Wikipédia em espanhol, ligam a terra firme aos ilhéus de Linares e Vigía.
  • Os «Samaná Americans»: descendentes de famílias norte-americanas que aqui se fixaram na década de 1820, segundo a Wikipédia.

Se quiser ver a frente marítima da cidade a partir da água, veja o passeio do pôr do sol com open bar e música.