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Sailing Beyond Limits

O Caribe de barco: guia de catamarãs e passeios

11 min de leitura

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Catamarã a navegar em águas turquesa das Caraíbas

O Caribe não é um só lugar: é um punhado de costas com carácter próprio, unidas pelo mesmo, um mar quente de cor turquesa que se aproveita melhor do convés. Neste guia percorremos cinco portas de entrada no Caribe a partir das quais organizamos passeios de barco: Punta Cana (República Dominicana), Cancún e Isla Mujeres (México), Montego Bay (Jamaica), San Pedro, em Belize, e Cartagena das Índias (Colômbia).

Somos a Sailing Beyond Limits. Não prometemos praias vazias nem céus sempre limpos, mas dizemos-lhe o que sabemos que funciona: a melhor forma de perceber o Caribe é sair do aeroporto, subir a bordo e chegar pela água aos sítios que a estrada não alcança, como um banco de areia no meio do mar, um recife de coral ou uma ilha com um beach club à sombra das palmeiras. Aqui tem, destino a destino, o que fazer, quando ir, o que comer e que barco escolher.

Punta Cana: areia branca, recife e festa a bordo

Punta Cana é o Caribe tal como o imagina: praias de areia branca ladeadas de palmeiras, um mar entre 27 e 29 °C quase todo o ano e um recife de coral que mantém calmas e claras as águas de Bávaro e Cap Cana. O aeroporto internacional fica a poucos minutos dos resorts, por isso as férias começam quase ao aterrar.

O que não pode perder em terra: o cenote Hoyo Azul, no Scape Park (Cap Cana); a Reserva Ecológica Ojos Indígenas, com doze lagoas de água doce dentro do Puntacana Resort & Club; a marina de Cap Cana e a praia de Juanillo para o pôr do sol; e, se lhe sobrar um dia, Altos de Chavón, uma aldeia de pedra com anfiteatro perto de La Romana, a cerca de uma hora e meia.

A partir do mar, Punta Cana vive-se de três maneiras:

Pode também alugar um catamarã privado em Punta Cana para o seu grupo. Tudo sobre o porto e os acessos está no nosso guia de Punta Cana.

Cancún e Isla Mujeres: o Caribe mexicano e o recife mesoamericano

Cancún é o Caribe mexicano em força total: uma longa ilha-barreira de areia branca, uma lagoa atrás e um mar entre 26 e 29 °C. Para lá dos hotéis, é a porta de entrada para Isla Mujeres e para o Recife Mesoamericano, a segunda maior barreira de coral do mundo, com um snorkel excelente a pouca distância de barco.

Em terra, o plano clássico inclui Chichén Itzá (a cerca de duas horas e meia de estrada; vá cedo), Tulum e os cenotes, e o Museu Subaquático de Arte (MUSA), com centenas de esculturas debaixo do mar. De barco, a excursão estrela é Isla Mujeres, a 20 minutos de ferry, embora chegar de catamarã seja outra coisa: com música, snorkel e tempo para a praia.

No verão, de junho a setembro aproximadamente, os tubarões-baleia reúnem-se perto da costa; a época dos furacões vai de junho a novembro e por vezes há sargaço nas praias entre a primavera e o verão, por isso convém deixar as datas flexíveis. Mais no nosso guia de Cancún.

Montego Bay (Jamaica): reggae, rum punch e pores do sol de catamarã

Montego Bay, «MoBay» para os jamaicanos, é a porta da costa noroeste da Jamaica: praias de areia branca, água quente, reggae em cada bar de praia e um ritmo sem pressas. Tem um aeroporto internacional (Sangster) a pouca distância das praias e dos hotéis, e é o sítio mais fácil da Jamaica para chegar.

Em terra, relaxe na Doctor’s Cave Beach, passeie pelo Hip Strip (Gloucester Avenue), visite a Rose Hall Great House e, se tiver um dia, vá às Dunn’s River Falls, ao rafting no rio Martha Brae ou aos pores do sol de Negril.

A partir da água, o Parque Marinho de Montego Bay protege recifes, pradarias de ervas marinhas e mangais, e é um bom sítio para um primeiro snorkel. As nossas propostas:

Mais sobre o porto e os acessos no guia de Montego Bay.

Belize: a barreira de coral a partir de San Pedro

Belize é um país pequeno com um recife enorme: a Barreira de Recifes de Belize, Património Mundial da UNESCO, um dos maiores sistemas de recifes do mundo. A nossa base é San Pedro, em Ambergris Caye, uma vila de ilha de ruas tranquilas, carrinhos de golfe e ambiente descontraído. O inglês é a língua oficial, o que facilita tudo.

Na água, os grandes imperdíveis são a Reserva Marinha de Hol Chan (jardins de coral cheios de peixes), Shark Ray Alley (snorkel entre tubarões-lixa e raias) e a pequena e colorida Caye Caulker, com a sua filosofia de «go slow». Em terra firme, as ruínas maias como Altun Ha visitam-se numa excursão de um dia.

Como chegar (avioneta, táxi aquático) e o ponto de encontro, no guia de Belize.

Cartagena das Índias: muralhas coloniais e Ilhas do Rosário

Cartagena das Índias é uma das cidades mais bonitas do Caribe. O seu centro histórico amuralhado, Património Mundial da UNESCO, é um labirinto de casas coloniais coloridas, varandas com flores e praças cheias de vida. Visite o Castelo de San Felipe de Barajas, a maior fortaleza que os espanhóis construíram na América, e passeie por Getsemaní, um bairro de arte urbana, bares e restaurantes.

E atrás da cidade, o mar: em menos de uma hora um barco leva-o às Ilhas do Rosário, com água clara, coral e beach clubs; ao pôr do sol, um catamarã atravessa a baía com a Cidade Amuralhada a brilhar na luz dourada.

Tem todos os detalhes no guia de Cartagena.

Onde comer e o que provar junto à água

Uma das melhores coisas do Caribe é que a comida e o mar andam juntos. Algumas ideias, destino a destino, sem precisar de reservar com meses de antecedência:

  • Punta Cana e Cabeza de Toro. Restaurantes à beira da praia em Bávaro e Cabeza de Toro, como o Captain Cook ou o Jellyfish, servem peixe grelhado e lagosta com os pés na areia. Prove também o peixe com coco, os tostones, o sancocho, o mangú ao pequeno-almoço e uma cerveja Presidente bem fresca; se se atrever, a mamajuana, o rum com ervas típico.
  • Montego Bay. Frango ou porco jerk, empadas jamaicanas, marisco fresco e uma Red Stripe fresca na praia. Para fechar o dia, um rum punch ao pôr do sol no catamarã.
  • Belize. Ceviche fresco, peixe grelhado, lagosta em época e arroz com feijão, com um rum punch. No catamarã privado com chef pode comer a bordo.
  • Cartagena. Marisco fresco, ceviche e peixe frito com arroz de coco, com salsa e champeta ao fundo à noite. Em Getsemaní encontra uma boa concentração de bares e restaurantes.
  • Cancún e Isla Mujeres. Em Isla Mujeres come-se bem e sem pressa depois da praia; o peixe e o marisco frescos são a aposta segura.

Uma dica prática: coma onde vir gente local, pergunte pelo peixe do dia e tenha em conta que as excursões de festa costumam incluir bebidas e por vezes comida; consulte sempre o que inclui cada página.

Roteiros sugeridos: de uma a duas semanas

Os destinos deste guia estão em países diferentes, por isso combinamo-los com voos. Verifique sempre ligações, requisitos de entrada e datas antes de reservar; o que se segue são ideias de ritmo, não horários.

Uma semana em Punta Cana (7 dias). Dois dias de praia e descanso à chegada; um dia de excursão a Saona ou Catalina de catamarã; um dia de banco de areia e snorkel ou uma saída de festa; um dia de natureza (Hoyo Azul ou Ojos Indígenas); e termine com um pôr do sol em Cap Cana. É o plano mais fácil e o que menos logística exige.

Dez dias, Caribe maia (10 dias). Quatro ou cinco dias em Cancún (Isla Mujeres de catamarã, Chichén Itzá ou Tulum e cenotes) e quatro ou cinco em Belize (San Pedro, Hol Chan, Shark Ray Alley e um dia em Caye Caulker). Dois dos melhores recifes do Caribe numa só viagem.

Catorze dias, Caribe de contrastes (14 dias). Uma semana em Punta Cana para o descanso e as excursões às ilhas, e uma semana em Cartagena para a cidade colonial e as Ilhas do Rosário, ou Montego Bay se preferir reggae e cozinha jerk. Três ou quatro passeios de barco chegam: um dia de ilha, um pôr do sol e um dia de barco privado com o seu grupo.

Escolha a época com calma: nos cinco destinos, de dezembro a abril é a época mais seca e soalheira, com o mar mais calmo e melhor visibilidade para o snorkel. De maio a novembro há mais chuva e de junho a novembro é a época dos furacões, com menos gente e preços mais baixos; se viajar então, consulte a previsão e as condições de cancelamento de cada excursão.

A perspetiva a partir do mar: porque o Caribe se vive a navegar

Há coisas do Caribe que só se percebem a partir da água.

1. Chega-se onde a estrada não chega. Um banco de areia, a piscina natural de Punta Cana, o recife de Hol Chan ou uma ilha com beach club alcançam-se por mar. Um catamarã é uma plataforma estável e com sombra, pensada para passar o dia a bordo.

2. A cor da água vê-se melhor por dentro. Para lá da barreira de coral, o fundo vê-se do convés e o turquesa muda de tom com a profundidade. O mesmo acontece com a costa: do barco, os hotéis desaparecem e fica a paisagem.

3. O pôr do sol. No Caribe o sol põe-se cedo e depressa; um pôr do sol de catamarã, com uma bebida na mão e a costa a tingir-se de laranja, é provavelmente o melhor momento do dia.

4. Cada barco, um plano. Partilhado para conhecer gente, de festa com música e open bar, ou privado para decidir o ritmo, as paragens e o menu. Nas nossas páginas vê sempre a duração, o que inclui e a disponibilidade em tempo real.

Prefere um barco para o seu grupo? Veja os nossos charters privados em Punta Cana, Cancún, Montego Bay e Belize. Preços, condições e disponibilidade aparecem em cada página e reserva-se online.

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para navegar no Caribe?

De dezembro a abril é a época mais seca e soalheira em Punta Cana, Cancún, Montego Bay, Belize e Cartagena, com o mar mais calmo e a melhor visibilidade para o snorkel. De maio a novembro há mais chuva e humidade, e de junho a novembro é a época dos furacões, com menos gente.

Preciso de visto ou de algum requisito de entrada?

Depende da sua nacionalidade e do país. Consulte sempre os requisitos em vigor (validade do passaporte, visto, formulários de entrada ou vacinas recomendadas) no consulado ou no site oficial do país antes de reservar; mudam com frequência e não queremos dar-lhe informação desatualizada.

Como se chega aos pontos de partida?

Os aeroportos internacionais de Punta Cana, Cancún, Montego Bay (Sangster), Belize e Cartagena ficam a pouca distância das zonas turísticas. Cada página e cada guia de porto indica o ponto de encontro; algumas excursões incluem recolha no hotel, e confirmamo-la depois da reserva.

Os passeios são adequados para crianças e para quem não sabe nadar?

Muitas excursões são familiares, mas nem todas: os barcos de festa e os só para adultos têm restrições de idade, e cada página indica as suas condições. Se no seu grupo houver crianças ou alguém que não nada, fale connosco antes de reservar e ajudamos a escolher a excursão adequada.

O que inclui uma excursão de catamarã?

Depende da página: muitas incluem bebidas, snorkel e música, e algumas refeição ou guia; os privados costumam incluir o comandante e a tripulação. Consulte sempre a secção «O que inclui» e a política de cancelamento antes de reservar.

Pronto para navegar?

Saídas da zona, com disponibilidade em tempo real.

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